Pular para o conteúdo principal

Figuração

O amor não é como conotação
E se ele se hiperboliza
ou exagera
  Amor que é amor próprio não se contradiz
E um sentimento que sempre existiu antes
Nunca deixa de existir
Somente uma figuração?
Acho que não. De um encontro entre amantes
A um encontro entre personagens não há diferença
Mas tenhamos mais daquele bom sentimento
Pois o Amor não é só isso
E se se eu estiver errado, porém, que alguém mais esteja
Pois quem cai por amor
Sem ninguém ao lado
Pode sentir tanta dor que se verá acuado
O Amor é como uma declaração
Sem tanta renúncia
Pois se existe alegria
Num coração inundado
Que se transbordou
Ele mesmo expõe tão grande emoção que de tanta grandeza
O amor não vem à prestação
E quem pede aprovação quando se declara?
Que se evite apenas distração
Pois do chão, ninguém passa
Mas isso não significa que não doa
Johnny.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DesEncontro de Gêneros

Era uma vez, em um dia qualquer, num passado não tão distante; entretanto, quase esquecido
O Romantismo, ainda jovem, aliado ao Drama e às paixões da Aventura revolucionária ainda bem antes daquele emblemático dia 14, convencia a Ação de que o Terror, em sua fase de formação, participaria de tal distinto encontro, entretendo todos os mais dispostos e favoráveis às causas dos desbravadores oprimidos. É bem verdade que na incompleta capacidade de se expressar, somada à sua tímida experiência com assuntos do gênero, doses da Simpatia e do Afeto também seriam avistados passeando livremente pelo amplo e iluminado salão do baile ao som da grandiosa ópera moderna. Antigos elementos como o Lirismo Amoroso e Trovadoresco, que abririam caminhos repletos de requinte para o pomposo, maduro e controverso Classicismo, o qual declarava sua afinidade com o individualismo e com a valorização da beleza e elementos tão mais antigos, passando a enxergar em si próprio alguém que deveria buscar equilíbrio f…